TendaSul

 

Recentemente fui convidada à degustar no Buffet Mediterrâneo dentro do Shopping Festa na Zona Norte de São Paulo.
Quando cheguei fui recepcionada com um coquetel de frutas e após aguardar alguns minutos fui surpreendida com um convite para conhecer à cozinha industrial do Buffet.
Trabalho nesta área à cerca de 5 anos e pela primeira vez me convidaram para conhecer a cozinha que estava impecavelmente limpa.
Chegando ao local fomos recepcionados pela Nutricionista Vera que fez um tour pelas dependências nos explicando carinhosamente todos os passos de como são fabricados todos os pratos servidos no dia do seu casamento desde os coquetéis até o sorvete.
Deixo algumas fotos abaixo para vocês terem uma idéia do que aconteceu por lá.

 

Casamento no Campo - Padaria Buffet Mediterraneo Casamento no Campo - Padaria Buffet Mediterraneo Casamento no Campo - Vera Nutricionista Buffet Mediterraneo
Degustando canapés quentinhos direto do forno na padaria – no detalhe a Vera super paciente

Casamento no Campo - Giancarlo Trivellato e Liz Ribeiro Cozinha industrial Buffet Meditteraneo Casamento no Campo - Cozinha Industrial Buffet Mediterraneo
Tudo bem branquinho e bem limpinho

Casamento no Campo - Salgadinhos Buffet Mediterraneo Casamento no Campo - Salgadinhos Buffet Mediterraneo
Salgadinhos bem sequinhos – destaque para a bolinha de queijo crocante

Casamento no Campo - Finger Food Buffet Mediterraneo Casamento no Campo - Degustação Buffet Mediterraneo
Um pouco do finger food, salada de entrada e do filet mignon ao molho madeira

Casamento no Campo - Doces Finos Buffet Mediterraneo Casamento no Campo - Doces Finos Buffet Mediterraneo
Docinhos finos – destaque para a trufa de papaia

Casamento no Campo - Buffet Meditteraneo Shopping Festa Casamento no Campo - Buffet Mediterraneo Shopping Festa
Ao final do tour, voltamos ao Shopping Festa para fazer a degustação do Buffet que estava excelente, com destaque ao risoto de camarão que estava deliciosamente fantástico.

No meu ponto de vista o Buffet Mediterrâneo foi elaborado para os paladares mais refinados, então indico para todas as noivas que querem surpreender os convidados mais exigentes.

 


O Buffet é responsável por cerca de 50 à 60% das despesas do seu casamento, portanto escolher um bom Buffet é fundamental, sempre alinhando custo x benefício.

Checar tudo pessoalmente é imprescindível, pedir referências aos amigos e principalmente fazer a degustação de cada um dos buffets cotados, irá garantir o maior sucesso da sua festa.

Geralmente os buffets marcam uma data específica para fazer a degustação. No Shopping Festa acontece toda quarta-feira, mas sempre procure por informações de outros casais, peça referências, veja fotos e se possível, deguste todo o cardápio antes de fechar o contrato.

Como eu sei que a definição do cardápio é uma das dúvidas mais comuns entre vocês, queria deixar uma última dica. 
Por incrível que pareça, a escolha do cardápio não é o mais importante. Veja bem, cada Buffet tem um cardápio específico.
Até hoje não encontrei nenhum Buffet que aceitasse que os noivos montassem seu próprio cardápio fugindo das opções dadas pelo próprio Buffet. 
Então se o Buffet não serve filet mignon você provavelmente não o terá em seu cardápio.
Não é você que vai chegar ao Buffet com o cardápio do que você quer servir. É o Buffet que vai lhe oferecer as opções de cardápio que você poderá servir, então tente não se apegar tanto aos detalhes e “enjoy”, esta é a melhor parte da organização do casamento.

Boa degustação pra você!

fonte (casamento no campo)

 

Livrinho da discórdia
Para a realização da cerimônia, é comum que as noivas tomem à frente e escolham o fotógrafo de confiança ou indicado por amigas, uma cerimonialista que cuide de cada detalhe do casamento religioso, além da música dos sonhos. Nesta hora, é que o famoso “livrinho” das indicações da igreja entra em ação.

Algumas igrejas obrigam os noivos a contratar um dos fornecedores cadastrados e não aceitam que prestadores de serviço fora do cadastro realizem serviços durante o cerimonial. Outras até aceitam, mas os noivos têm de pagar uma taxa, para que possam entrar com outros profissionais na igreja. “Do ponto de vista do consumo, a cobrança deve ficar clara e também o motivo pelo qual ela deve ser paga”, explica a assessora técnica do Procon-SP, Maíra Feltrin Alves.

De acordo com a Fundação, a igreja não pode obrigar o consumidor a contratar determinado fornecedor ou pacote de serviços. “O consumidor tem a liberdade de escolha e a igreja não pode negar que determinado fornecedor preste serviços para os noivos”, afirma Maíra.

Cerimônia religiosa
Algumas restrições podem ser feitas pela igreja, como aquelas que podem resultar em danos ao patrimônio ou que atrapalhem o andamento do casamento seguinte. É exemplo disso a proibição em usar a chuva de arroz e de pétalas de flores.

“Qualquer restrição ou imposição deve estar descrita no contrato, mesmo que o contrato esteja pronto, os noivos podem exigir que seja colocado um adendo informando o que foi negociado”, explica a assessora do Procon.

Ela ainda observa que, como é comum ter mais de um casamento por dia, todos os noivos envolvidos devem assinar o documento que explica o que foi negociado com a igreja.

Se houver imposição da igreja por um determinado fornecedor ou pacote de serviços, completa Maíra, “ela também se torna responsável pelo serviço prestado”. Caso ocorra algum problema com o fornecedor imposto, os noivos podem acionar a igreja também. “Ela está isenta de responsabilidade, quando for caracterizada mera sugestão de fornecedor, podendo os noivos escolher aquele que consideram melhor”, afirma.

Direitos como consumidor
“A melhor forma de resolver os impasses do que pode ou não é a negociação formal, quando o casal escreve uma carta para a igreja, dizendo quais coisas quer mudar e o motivo. Essa manifestação formal é o melhor caminho para resolver qualquer problema”, aconselha Maíra.

Se, mesmo depois de negociar, os noivos não quiserem mais casar naquela igreja, eles têm o direito de cancelar o contrato, porém, a multa por rescisão não pode ultrapassar 10% do valor pago.

Outra cobrança que também gera discussão é a referente ao atraso excessivo das noivas. Neste caso, é necessário que um cheque caução seja deixado na igreja como garantia de que a noiva não irá atrasar, porém, de acordo com a assessora, a cobrança antecipada gera discussões, “pois para cobrar, a igreja precisa provar o dano e, neste caso, não é possível pedir o cheque caução com um valor de um dano que não ocorreu”.

De acordo com Maíra, caso as negociações formais não tenham resultado positivo, o casal ainda pode requerer por meio de liminar usar o prestador de serviço que quiser, além dos casos de danos morais, que também podem ser reivindicados na Justiça

 

temnomenalista

O momento de endereçar os convites de casamento requer atenção redobrada. Certifique-se de que os nomes dos convidados estão escritos corretamente e de forma legível, e de que não há erros nos endereços. Para evitar problemas nessa hora, separamos algumas dicas para vocês.

Convite para um casal
Mesmo se você for próximo apenas de um membro do casal, é preciso incluir o nome dos dois no envelope exterior. Os convidados levam em consideração o envelope externo para saber quem realmente está convidado. Veja o exemplo: Sr. João e Sra. Samantha Holt ou Sr. e Sra. João Holt
Se você for muito próxima do casal, no envelope interior do convite utilize apenas os primeiros nomes ou os títulos e o sobrenome: Sr. e Sra. Holt ou João e Samantha

Convite para casal com sobrenomes diferentes
Liste primeiro a pessoa com quem tem uma relação mais próxima, tanto no envelope exterior quanto no interior. Se você tem proximidade com ambos, liste os nomes em ordem alfabética.
Sr. João Holt e Sra. Samantha Thuente

Convite para um casal de namorados que vivem juntos
Como é um casal, o nome de ambos deve aparecer no envelope, mas neste caso, cada nome ocupa uma linha própria.
Sr. José Hirsch
Sra. Rebeca Strecker

Novamente, utilize a ordem alfabética se você conhece bem o casal. Se você é amiga apenas de um deles, é aceitável colocar no envelope interno o nome da pessoa mais próxima e incluir a expressão “e convidado” ao lado ou o nome da outra pessoa.
Sr. Hirsch e Sra. Strecker ou Sr. Hirsch e convidado

Para um casal do mesmo sexo
Use as mesmas regras utilizadas para qualquer casal. Se o casal é casado ou vive junto, liste os nomes na mesma linha.
Sra. Celine Elgin e Sra. Jaqueline Purcell

Ou simplesmente liste os nomes completos na mesma linha sem utilizar títulos.
Celine Elgin e Jaqueline Purcell

No envelope interior utilize títulos e sobrenome:
Sra. Elgin e Sra. Purcell

Você pode também ignorar os títulos e utilizar apenas os primeiros nomes.
Celine e Jaqueline

Convite para uma médica casada ou dois médicos casados
Se uma mulher utiliza o nome de solteira profissionalmente e socialmente, o envelope externo deve ser preenchido da seguinte forma:
Dra. Ane Barker e Sr. Pedro Underwod

Ou, no caso dela utilizar o nome do marido socialmente.
Dra. Ane e Sr. Pedro Underwood

Se ambos são médicos, você pode endereçar o envelope externo como o exemplo abaixo:
Aos Drs. Underwood ou Drs. Ane e Pedro Underwood

Este mesmo formato é seguido para outros títulos ilustres.

Convite para crianças e famílias
Os convidados mais novos podem ser incluídos no envelope interior do convite dos pais por seus nomes ou utilizando a expressão “e Família”.
Sr. e Sra. Michel Abraão
Daniel e Kelly

ou

Sr. e Sra. Michel Abraão e Família

Convite para "crianças" acima de 18 anos
Eles devem receber seus próprios convites, apesar de que a irmãos maiores de 18 anos pode ser enviado um convite comum. Nesse caso, o envelope externo deve incluir os nomes em ordem alfabética e em linhas individuais.

Senhorita Andrea Abraão
Senhorita Lily Abraão
Senhor Jack Abraão

Se a expressão “e Família” ou o nome de cada criança não for incluído, você estará insinuando que as crianças não são consideradas convidadas. E não se surpreenda se alguns convidados pensarem que suas crianças não são bem vindas.

Agora, se você realmente quer que a festa de casamento seja apenas para adultos, peça para seus familiares ajudarem a orientar os convidados quanto a isso e para os convidados que não receberam a mensagem, telefone e explique a situação gentilmente

fonte (casamento no campo)

CASAMENTO BLINDADO

O seu casamento à prova de divórcio

Curso para casais, noivos e todos os que querem ter um relacionamento feliz e duradouro.

Renato e Cristiane Cardoso, conselheiros matrimoniais, casados há mais de 20 anos, trazem dos EUA o aclamado curso que tem ajudado casais a restaurar e blindar o seu relacionamento.

É fato indiscutível que o casamento, como instituição, está sob ataque. Desacreditado e visto como ultrapassado, muitos já não creem que o casamento pode durar até que a morte os separe. E as estatísticas estão aí para provar que a tragédia é real.

 

Você está cansado(a) disso?

  • Uma simples conversa se torna em briga
  • Discussões que nunca resolvem nada
  • Mentiras para encobrir erros são comuns no seu relacionamento
  • Não poder confiar na pessoa amada
  • Traições
  • Interferência de terceiros
  • Continuar no relacionamento só por causa dos filhos ou questões financeiras
  • Já não há mais respeito mútuo
  • Não entende porque seu companheiro(a) é tão cabeça dura
  • Vícios estão matando seu relacionamento aos poucos
  • Falta de intimidade, atenção e companheirismo

 



Não se desespere! A luz no fim do túnel chama-se Curso Casamento Blindado.
Você vai aprender como resgatar o amor que os uniu e protegê-lo dos ataques constantes que tentam destruir a sua relação.

 

Fonte (casamentoblindado)

Música Para a Cerimônia de Casamento

Músicas Casamento
Esse é o momento mais esperado do casamento – a sua grande entrada. Mas qual música escolher para um momento tão importante? Aí vai depender muito do tipo de noiva e casamento. Você prefere algo mais clássico como a Marcha Nupcial ou algo mais contemporâneo como Norah Jones? Aqui está uma lista de musicas casamento clássicas e mais modernas:

Tradicionais:
“Lohengrin” – Richar Wagner
“Canon in D” – Johann Pachebel
“Concerto em D Maior, Largo” – Antionio Vivaldi
“A Marcha do Principe da Dinamarca” – Jeremiah Clarke
“Rigaudon” – Andre Campra
“Marcha Nupcial” – Mozart
“Meditação da Ópera Thais” – Massenet
“Le Cigne” – Saint Saens

Modernas:
“At Last” – Etta James
“Only Time” – Enya
“Come Away With Me” – Norah Jones
“Eu sei que vou te amar” – Tom Jobim
“Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim” – Ivete Sangalo
“Pela luz dos olhos teus” – Vinicius de Moraes
“Soneto de Fidelidade” – Vincius de Moraes
“Pehaps Love” – John Denver & Placido Domingo

Músicas Para Fazer Seus Convidados Dançar

Essa parte é fácil. Pergunte a seus amigos e parentes, ou simplesmente peça sugestões à banda ou DJ. Mas nunca se esqueça de analisá-las antes e não deixar o DJ ou banda tocar qualquer coisa.

Músicas “não-tocar”

Não se esqueça de fazer uma lista e entregá-la para o DJ ou banda de músicas que você definitivamente não quer ouvir ou que você considera ofensivas para seus convidados (músicas do tipo Macarena, por exemplo).

Banda ou DJ?

Música ao vivo é sempre melhor do que som mecânico. Mas há um problema: a banda tem que ser boa! Portanto, não esqueça de pedir um CD ou assistir a uma apresentação da banda antes de fechar. Por outro lado, bandas em geral têm um repertório limitado; um DJ, em compensação, pode ter uma variedade de músicas muito maior do que uma banda. Não se esqueça também que um DJ é muito mais barato do que uma banda

Música da dança do pai com a filha

Naturalmente essa já é uma das horas mais emocionantes de um casamento. Se você fizer tudo certinho, não vai haver um só olho que não esteja marejado quando a dança terminar. Mas isso não significa que você deva escolher uma música que todo convidado já ouviu em outros casamentos.

“My Girl” – The Temptations
“There Youl Be” – Faith Hill
“De Nina A Mujer” – Julio Iglesias

Música Para Primeira Dança Com o Noivo

Essa é uma das musicas casamento mais difíceis de se escolher. Existem tantas opções! Uma música bem tradicional como a Valsa dos Noivos ou algo mais moderno como “Better Together” do Jack Johnson? Eu acredito que as melhores músicas da primeria dança são aquelas que possuem algum significado para o casal – a música de vocês, ou uma música que você adora. Aqui estão algumas idéias clássicas e outras mais modernas:

Etta James – “At Last”
Ben Harper– “Beloved One” or “Forever”
Counting Crows– “Accidentally in Love”
James Morrison– “You Give Me Something”

Fontes (noivavirtual)

 

Uma festa de casamento ao ar livre é lindo e romântica, mas nem tanto se cair aquela chuva e os convidados não tiverem para onde recorrer. Como não dá para saber se o tempo vai colaborar, o melhor é se prevenir. Veja fotos de tendas para festas de casamento e inspire-se. Veja como você pode montar sua festa debaixo de uma tenda sem que ela perca o glamour de um salão ou o clima despojado de um jardim. E aqui vão algumas dicas para festas de casamento com tendas:


  • 1O tamanho da tenda deve estar compatível com o número de convidados de sua festa. Veja se a tenda comporta todas as mesas. Para não ter erro, use nosso organizador de mesas, uma ferramenta prática para você visualizar a melhor forma de dispor seus convidados.
  • 2Tendas fechadas precisam de circulação de ar, principalmente nos meses mais quentes do ano. Lembre-se que você terá de contratar um gerador de energia e providenciar um ar condicionado para o local. Inclua tudo isso em seu orçamento.
  • 3Você pode usar a tenda para criar ambientes temáticos. Uma lona estilo de circo fica criativo e original. Ou então para um ambiente oriental, com tecidos bem coloridos!
  • 4Se sua festa acontecer em um gramado, não esqueça de contratar um tablado. Principalmente para a pista de dança... Ou você vai querer que suas convidadas percam os saltos na grama?

 

Anda há procura de tendas para o seu casamento e quer algo diferente do habitual? Talvez tenhamos a solução para si. Falamos de umas tendas especiais, elaboradas com materiais naturais e com formatos distintos que tornarão a sua festa muito especial e única. São tendas tipi, originalmente desenhadas pelas tribos nómadas do norte da Escandinávia e que foram agora muitíssimo bem adaptadas às necessidades do século XXI.

Um ambiente super original!

Este tipo de tenda enquadra-se em todos os tipos de casamento. Funcionam noverão ao ar livre; no inverno proporcionam um ambiente muito aconchegante;tanto recebem poucos como muitos convidados; combinam facilmente com os mais variados tipos de decoração, oferecendo uma base bastante neutra.

Muito versáteis

Sendo estruturas muito versáteis, encaixam na perfeição em casamentos que decorram num jardim com um número de convidados que ronde os 70 a 90. Uma grande vantagem: as laterais das tendas tipi podem ser levantadas ou baixadas consoante o tempo. Podem ser utilizadas para uma zona chill out, para receber os convidados ou mesmo como local onde é servido o catering.

Pode funcionar como espaço chill out

Depois é só deixar a imaginação fluir. As hipóteses de decoração são infinitas – um ambiente sofisticado; com base em tons naturais e simples; com mais ou menos acessórios.

No interior aposte em mesas redondas com capacidade para 10 pessoas, conjugadas com mesas rectangulares em madeira maciça. Decore as mesas com luzes ténues que podem muito bem ser velaslanternas de inspiração marroquina ou até mesmo tochas, colocadas no exterior.

Muito acolhedor

As tendas tipis adequam-se a todo o tipo de clima por isso irão proteger os noivos e os convidados quer esteja muito calor ou quer estejamos num chuvoso dia de inverno.

Que pensa de uma tenda tipi como alternativa às estruturas mais convencionais? Acha que combina com o tipo de casamento que está a elaborar?

 

Tenda Tipi Americana

Tipi op Portugal Nature LodgeToda a gente reconhece instantaneamente as tendas dos índios americanos, a tipi ou teepe. E dormir numa tipi é uma experiência única, a sua forma redonda combinada com a sua altura, cria uma atmosfera muito especial – íntima , acolhedora e espaçosa ao mesmo tempo.

A tipi está montada numa plataforma de madeira com o chão coberto de carpetes, camas confortáveis, envoltas em redes mosquiteiras. No exterior tem uma casa de banho privada e ainda uma cozinha com tudo o que é necessário para preparar as suas refeições.

É também no exterior que se encontra a principal sala de estar, porque o tempo,nesta parte da Europa é perfeito para a vida ao ar livre.

As tipis estão situadas no cume de um vale verde, e tem uma linda vista sobre os montes do Parque Natural, até à linha da costa. Cada uma destas tendas tem duas ou três camas.

Numa das parcelas do vale há duas tipis montadas próximo uma da outra, ideal para famílias ou pequenos grupos (4/5 pax).Estas tendas partilham a casa de banho e a cozinha.

Pode reservar uma destas tendas com ou sem pequeno almoço, que será servido na tenda, ou se preferir forneceremos os ingredientes necessários para preparar o seu próprio pequeno almoço.

 

  • Calcule 1 garrafa de vinho tinto para cada 3 ou 4 pessoas quando este for servido durante um almoço ou jantar.

  • Calcule 1 garrafa de vinho para cada 2 pessoas quando este for servido durante um coquetel.

  • Calcule 1 garrafa de champanhe para cada 2 pessoas em uma festa "bolo-com-champanhe", onde o champanhe será servido do começo ao fim da festa.

  • Calcule 1 garrafa de champanhe para cada 8 pessoas quando este for servido apenas na hora do brinde.

  • Um litro de uísque serve 10 pessoas.

  • Em uma festa onde haverá apenas cerveja, refrigerantes e água, calcule 1 garrafa de cerveja por convidado (600ml).

  • Em uma festa onde haverá também vinho tinto e branco, calcule 1 garrafa de cerveja para cada 4 convidados.

  • Em uma festa onde haverá vinho tinto, branco e uísque, calcule 1 garrafa de cerveja para cada 6 convidados.

  • Calcule 400ml de refrigerante por pessoa em uma festa onde haverá também outras bebidas e 600ml por pessoa em uma festa onde haverá apenas refrigerantes e água.

  • Calcule 200ml de água mineral por pessoa.

  • Calcule uma garrafa de 750ml de coquetel de frutas para cada 25 convidados.

 

 

O casamento civil é o mais econômico dos casamentos. é realizado no Cartório de Registro Civil e os noivos só precisam pagar uma taxa no cartório. O local comporta poucas pessoas (normalmente só parentes e amigos íntimos são convidados), o casamento é realizado durante o dia em local público, tem duração curta e a noiva não entra com vestido longo branco.

 

Para casar no civil, os noivos comparecem ao cartório duas vezes. A primeira vez para habilitar o processo e análise dos dados. Após trinta dias, comparecem pela segunda vez para a cerimônia. É importante lembrar que o processo no cartório civil deve ser realizado trinta dias antes da data escolhida para o casamento civil, pois, a cerimônia religiosa só pode ser realizada simultaneamente ou depois do casamento civil.

 

O valor do casamento civil no estado de São Paulo é de aproximadamente R$250,00, no Rio de Janeiro é de R$270,00 incluindo processo, juiz de paz e certidão, realizado durante a semana, no cartório e em horário de atendimento ao público.

 

Caso os noivos queiram realizar o casamento civil junto com a festa, o juiz de paz costuma cobrar uma taxa extra para se deslocar até o local

 

 

TULE - feito com uma fina malha hexagonal, o tule pode ser de seda ou sintético. Em geral, é utilizado por quem quer um modelo com volume na saia, que poderá ser franzida, evasê, godê, rodada ou com aplicação de tufinhos no tecido. Quando a saia é volumosa, o corpo precisa ser justo e dar equilíbrio. Um vestido nunca é feito apenas de tule. Normalmente é combinado com outro material para dar forma ao corpo do vestido ou tirar a transparência.

ZIBELINA - nobre e com brilho discreto, a zibelina tem seda em sua composição e é quase sinonimo de um vestido de noiva elegante. Como é um tecido mais encorpado, fica perfeito em modelos mais estruturados e ajustado ao corpo, além de permitir vários cortes: reto, evasê, sereia, rodado. O caimento é perfeito pois contorna o corpo sem marcar. Pode ser rebordado, mas fica muito bem sozinho já que tem a quantidade de brilho ideal.

TAFETÁ - fino e resistente, este tecido empresta certo volume à roupa. Pode ser feito de seda natural ou artificial. Sua trama tem um brilho iridescente. O aspecto é meio amassado, por isso é ótimo para quem gosta de uma saia farta. É um dos tecidos mais antigos conhecidos pelo homen.

RENDA - Cheia de orifícios e desenhada, a renda pode ser feita de algodão ou de seda. A de algodão é mais encorpada por isso mais ideal para os modelos mais rentes ao corpo por não ficarem muito volumosos. Ao optar pela renada, será preciso escolher um forro sem textura de forma a ressaltar o trabalho de seu desenho. Ou use apenas a renda para dar tranparência ao colo e aos braços. Se quiser um modelo mais rico, basta rebordar o tecido.

CETIM - Com brilho e luxuoso. O cetim veio da China e inicialmente feito de seda mas com o tempo foram adicionadas fibras sintéticas. Prefira as com maior quantidade de seda para melhor caimento. Ideal para modelos levemente ajustados ao corpo pois justo demais ele marca e corre o risco de rasgar.

MUSSELINA - Originário da Turquia, é fino e leve - produzido com fio de seda. Como tem uma textura bem delicada e certa transparência, requer forro de tecidos opacos ou duas camadas de tecido. Ideal para noivas que não gostem de volume. Contorna o corpo sem ser justo

 

 

Chuva de arroz no casamento - origem

Na China Antiga, ha mais de 2000 anos antes de Cristo, o arroz já era tido como símbolo de fartura. O hábito de atirar alguns grãos de arroz sobre os noivos, após a cerimônia nupcial, data da Antigüidade. A tradição teve origem na China, onde um Mandarim poderoso quis dar prova de vida farta, e fez com que o casamento de sua filha se realizasse sob uma "chuva" de arroz.

 

 

 

Buquê de Casamento - a origem

 



Os primeiros buquês de noivas incluiam não apenas flores, mas também ervas e temperos. Os mais populares, geralmente com cheiro mais forte, como os alhos, eram usados para espantar os maus espíritos. As flores tinham, cada uma, seu significado : hera representava fidelidade; lírio a pureza; rosas vermelhas o amor; violetas a modéstia; não-te-esqueças-de-mim era o símbolo de amor verdadeiro; flores de laranja davam fertilidade e alegria ao casal.

 

Na Idade Média, o enxoval tradicional de uma noiva deveria ser composto por artigos de cama, mesa e banho, além de utensílios para o lar. As peças eram confeccionadas à mão, pelas próprias meninas e demais mulheres da família e simbolizavam o rito de passagem que transformava as meninas em mulheres, donas de suas próprias casas. O tamanho do enxoval estava diretamente ligado ao status e à situação financeira da família da noiva. Todas as peças eram feitas em tecido branco, com monogramas bordados, contendo as iniciais dos noivos ou o brasão familiar.

Em pleno século XXI, as tradições mudaram, mas a necessidade de se fazer um enxoval para a casa nova continua a mesma. É certo que podemos abandonar os brasões e monogramas - um enxoval colorido e com o estilo dos noivos faz mais sucesso nos dias de hoje. Algumas peças são fundamentais para um enxoval básico:

Para o banho
- 2 roupões - um masculino e um feminino;
- 4 toalhas de banho e 4 de rosto;
- 6 toalhas de mão;
- 2 toalhas para o chão do banheiro, anti-derrapantes.

Para a mesa
- 4 jogos americanos para uso diário;
- 8 jogos americanos mais refinados, para as visitas;
- 2 toalhas de mesa;
- 1 toalha emborrachada;
- 12 panos de copa;
- 6 panos de chão;
- 1 avental e um par de luvas térmicas.

Para a cama

- 4 jogos de lençóis;
- 1 cobertor;
- 1 cobertor ou edredon fino;
- 4 travesseiros;
- 6 fronhas;
- 1 edredon;
- 1 colcha;
- almofadas.

 

 

Toda mulher quer se sentir maravilhosa no dia do seu casamento. Além de ser um dia especial, no qual ela se unirá ao homem dos seus sonhos, todas as atenções e olhares estarão sobre ela. O conjunto - vestido perfeito e maquiagem bem feita - é primordial para que a noiva sinta-se fantástica.

Muitas pessoas acham que maquiagem de noiva deve ser leve, suave, delicada, com cores claras e sutis. Porém, a maquiagem deve respeitar o estilo da noiva - imagine uma mulher que tem o hábito de usar batom vermelho e, exatamente, no dia do casamento, ela opta por um batom rosinha. Ficará descaracterizada e, provavelmente, todos estranharão. A maquiagem deve ressaltar os pontos fortes do rosto feminino e disfarçar alguma imperfeição, mas sempre de acordo com o estilo e a beleza natural de cada mulher.

Alguns pontos podem ser levados em consideração para que a maquiagem seja harmônica - se o casamento for realizado de dia, ao ar livre, uma noiva com maquiagem muito carregada, com brilhos e cores fortes irá destoar de todo o resto. Neste caso, uma maquiagem mais leve, com um ar saudável, ficará mais adequado ao ambiente. Por outro lado, se o casamento for realizado à noite, em um ambiente sofisticado, uma maquiagem mais forte poderá imprimir um diferencial à noiva, como um olho lindamente marcado ou lábios vermelhos.

O ideal é escolher um profissional de confiança e fazer uma prova de maquiagem, antes do grande dia. No dia da prova, a noiva poderá ter uma ideia do que lhe faz mais bonita e feliz e poderá apreciar a composição de maquiagem, cabelo, véu e vestido, para um casamento perfeito

 

 

Antigamente, casamento era sinônimo de festa grande, que acontecia noite adentro, cheia de gente, dança, muita comida e  várias gerações de familiares reunidos.  Porém, nos últimos anos, uma nova modalidade de cerimônia de casamento tem sido escolhida pelos noivos de maneira crescente - trata-se do mini wedding.

O  é um estilo de comemoração realizada para poucas pessoas, entre parentes e amigos mais próximos. Há controvérsias sobre qual o número de convidados que, de fato, caracteriza um mini wedding - algumas pessoas falam em festas para até 50 convidados, outras em festas para até 100 convidados. O fato é que o mini wedding é uma comemoração na qual os noivos conseguem dar atenção, conversar e celebrar com todos os convidados.

É uma opção também que pode ser mais econômica, já que hoje em dia, em muitos casos, são os noivos que pagam a festa e não os pais, como acontecia antigamente. O mini wedding é uma festa que possibilita uma maior flexibilidade para uma cerimônia de casamento. Ele pode ser realizado em lugares diferenciados, como restaurantes, casa dos pais, jardim, praia, entre outros. Pode ter um estilo mais despojado ou sofisticado, de acordo com o desejo dos noivos. Pode ser feito com uma benção religiosa, um discurso de amigos ou familiares ou apenas com a realização do casamento civil.

O mini wedding não é, necessariamente, uma festa mais simples. Como se trata de um casamento pequeno e íntimo, detalhes charmosos são muito importantes - decoração caprichada e iluminação aconchegante podem fazer toda a diferença.

O cardápio deste tipo de comemoração também deve ser bem elaborado. Muitos casais optam por realizar a festa à tarde e servir uma seleção de “finger foods”, ou petiscos e canapés, seguidos por bolo e doces. Outros casais optam pelo tradicional jantar ou, ainda, um saboroso almoço.

O importante é que os noivos aproveitem a presença de cada convidado e possam recebê-los da melhor maneira possível neste dia tão especial.

 

A tradição do buquê de noiva vem de muitos anos atrás e é, ainda hoje, considerado um dos acessórios mais importantes de uma noiva. No início, o buquê era formado de ramos de ervas e alho, que as noivas carregavam consigo por acreditarem que eles afastavam os maus espíritos e traziam a felicidade ao casal. Hoje em dia, o buquê, ainda cercado de muito significado, continua como parte importante no visual da noiva, desde as mais românticas às mais modernas e informais.

O buquê pode ser do tipo redondo, cascata ou braçada e sua escolha deve ser feita de acordo com o estilo e estatura da noiva, além de horário e da proposta da cerimônia de casamento. Noivas altas podem abusar dos buquês em estilo cascata, já as mais baixas devem optar por estilos menores, como por exemplo o redondo, para que o buquê não as escondas. Modelos mais sofisticados, com acabamento em cetim ou pedrarias e flores mais nobres e com cores mais fortes, combinam bem com os casamentos noturnos. Já os modelos mais leves e menores, com flores do campo, flores mais alegres e coloridas, remetem à casamentos realizados no campo ou na praia, com uma proposta mais despojada.

Algumas noivas optam por carregar uma única flor no lugar do buquê - o que também pode ser uma bonita e singela opção. Escolher um buquê diferente das cores e das flores usadas na decoração do casamento, também confere um efeito de exclusividade ao acessório. A ideia é que o buquê seja pensado de acordo com o estilo da noiva e não que passe o efeito de ter sido confeccionado com as flores que “sobraram” da decoração

 


Muito verde, ar puro e o cheiro do mato fazem parte do cenário natural do casamento realizado no campo. O canto dos pássaros e o barulho do vento se misturam às músicas e às bênçãos da cerimônia. O casamento ao ar livre, realizado em chácara ou sítio, possui um cenário diferente das grandes cidades, onde o casal opta por salões fechados ou clubes para a realização do matrimônio.
Na cerimônia campal, cada detalhe faz parte da decoração do ambiente. No campo, a natureza contribui com arranjos naturais e os convidados usufruem de ambientes cercados por muitas árvores, elementos naturais e até mesmo passarinhos.
“Festa no campo é poesia, romantismo, é desejo de aproximação com a natureza e com as nossas origens. Precisa ser bem planejado, bem criterioso e organizado. Desde o início, já no envio dos convites, deve-se muito sutilmente, orientar os convidados quanto ao que deve ou não fazer. Fica a critério dos noivos a solicitação de roupas tradicionais ou caracterizadas”, orientou a decoradora e designer floral Magali Ferreira, da Top Line Flores.
A cerimonialista  Nordi, da Madri Cerimonial, deu algumas dicas para o casal que optar pelo casamento ao ar livre. Ela recomendou a contratação de um buffet para evitar imprevistos. Segundo ela, o coquetel deve ser servido assim que os convidados começaram a chegar. Masé disse que o coquetel pode ser ao ar livre, desde que o tempo não esteja chuvoso, muito frio ou muito ensolarado. Para estes casos, o uso de uma área coberta é o mais indicado.
Se o casamento for à noite, a cerimonialista lembrou que a diferença fica por conta da iluminação da área externa. “A decoração do ambiente poderá ser feita com vasos de junco ou de sisal. O que vale é a criatividade para dar um toque final com a cara dos noivos”, falou.
Masé lembrou que os noivos podem escolher um transporte que combine com o estilo do casamento. Carruagem, charrete ou helicóptero são boas opções para as cerimônias diurnas.

Decoração

A decoradora Magali disse que é permitido tudo o que não choque o ambiente a ser decorado e indicou muitas flores, voal, tules, velas, terracotas, cordões verdes, pérgulas, bancos, charretes, porcelanas e todos os elementos que resgatem a nossa origem e traga beleza, alegria e bem-estar. “Eu não costumo indicar uma decoração clean e moderna, com o uso de vidros, poucas flores e formas retas, pois, a arquitetura do ambiente pede um romantismo, uma pureza, uma alegria, uma naturalidade na composição dos arranjos e na decoração do ambiente. A criatividade tem que ser coerente e não desarmoniosa”


 

casar ao ar livre, qualquer que seja a estação do ano, deve ponderar algumas questões. Aqui ficam uma série de considerações que poderão ajudar a tratar de tudo o que seja importante, quer faça sol ou chuva. Se quer que o casamento seja perfeito, mais vale prevenir do que remediar.



  • 1Tenha em conta qual o clima provável na data do casamento.
    2Alugue tendas para proteger os convidados do excesso de sol ou da possibilidade de chover.
    3Coloque um estrado para que os convidados possam dançar.
    4Averigúe que o terreno seja plano, e evite que as mesas sejam incómodas para os convidados.
    5Se o caminho desde o estacionamento até ao local da recepção for longínquo, é aconselhável que o terreno esteja tratado, evitando sujar sapatos e enterrar saltos. 
    6Se a festa for num jardim, tome as devidas precauções para que não haja insectos nem mosquitos.
    7Se o casamento se realizar no Verão e não sendo possível colocar ar condicionado, coloque várias ventoinhas, espalhadas por todos os cantos da festa, para que as pessoas possam sentir-se mais aliviadas.
    8Se as temperaturas estiverem demasiado altas, ofereça leques às senhoras e tenha vários bares espalhados, de forma a que os convidados não fiquem à sede!
    9Se, pelo contrário, estiver frio, tenha aquecedores espalhados pelos vários sítios para que os convidados não congelem.
    10Contrate seguranças que se encarreguem de tomar conta do estacionamento, encaminhar os carros, etc.
    11Verifique se é possível fazer no mesmo local a cerimónia religiosa e a festa, ou seja, se a quinta dispõe de uma capela. Se o casamento for apenas realizado pelo civil, tente celebrar tudo no mesmo local.
    12Certifique-se que o lugar tenha as dimensões adequadas, ou seja, não demasiado pequeno nem grande para o número de convidados da sua list

 

O tipi Índio é provavelmente a mais inteligente tenda nomade e em perfeita harmonia com a natureza.

O tipi Índio forma um cone inclinado. O lado mais curto do cone é inclinado na parte traseira para proporcionar protecção contra o vento e permitir um maior pé direito nesta área do tipi. Mais por razões práticas que propriamente espirituais os tipis eram montados virados a Este, pois nas planícies os ventos vêm predominantemente de Oeste. A lareira fica ligeiramente mais próxima da porta que do centro, criando espaço adicional na traseira do tipi.

Isto significa que a abertura para saída do fumo assim como as abas de controlo de fumo ficarão diretamente sobre a lareira assegurando a corretas saída de fumo do tipi. Comparada com outras tendas portáteis, a forma cônica  e as abas de controlo de fumo fazem do tipi Índio único. Estas abas podem ser ajustadas para proteger do vento e durante as chuvas uma delas cobre a saída de fumo por forma a manter a tenda quente e seca enquanto permite que o fumo continue a sair pela "chaminé".

Durante a estação fria o forro interior proporciona isolamento e assegura uma temperatura confortável. O fundo do forro sela o interior do tipi contra úmidade, chuva e pequenos animais ou insetos. Isto assegura um ambiente confortável

E, ainda hoje, passar uma noite no tipi ao redor de uma fogueira com amigos ou família é uma experiência inesquecível...

 

Tendas Africanas

A África é um grande continente, com um grande numero de diferentes "povos" circunscritos no seu território, por este motivo a diversidade de tendas e moradias é igualmente numerosa, desta forma procuramos nos ater mais as moradias dos povos nômades, o que é mais adequado a idéia de arquitetura efêmera.

Os Tuaregs são um importante povo nômade do nordeste da áfrica, que tem como principal fonte de subsistência o comércio de sal através do Saara. É importante destacar neste grupo étnico a importância que tem a mulher, pois é ela a encarregada da montagem e de toda a logística que envolve os cuidados com a habitação temporal, deixando o homem com a atividade pastoril e de travessia das caravanas através do deserto.

A maioria das habitações Tuaregs são feitas por uma trama curva de cana recoberta por peles de cabra ou esteiras de fibra de palma, sendo facilmente desmontadas e transportadas em camelos.

Esta logística de construção é utilizada de forma parecida por povos seminômades alojados na região de Namaqualand, África do Sul. Habitações estas feitas com esteiras de junco dispostas sobre um armação de cana, que a sustenta, gozando assim da mesma praticidade de transporte

Marrocos.

 


 

O Yurt da Mongólia

 

A história do Yurt da Mongólia remonta a três mil anos atrás. O Yurt é ideal para períodos ventosos, é estável e suporta fortes tempestades.

Num Yurt vive-se isolado do frio e do calor, sendo perfeitamente ventilado. A abertura superior deixa entrar bastante luz e serve de chaminé em caso de haver fogueira.

Numa casa o ar é reciclado uma a duas vezes por hora; num Yurt 50-100 vezes. Assim se obtem uma temperatura quase constante de 18-20 graus. Trata-se de uma construção circular de grande funcionalidade, ecológica e estética.

O Yurt serve de habitação da Turquia à Sachalin e da Sibéria ao Golfo Pérsico. Em nenhum destes locais desapareceu, mas foi na Mongólia que melhor se adaptou aos tempos modernos.

 

 

Nosso Blog vai mostrar as novidades no mundo dos eventos... Dicas de cerimonias ao ar livre, como montar e organizar uma festa, que tipo de estrutura devo utilizar... Como comprar uma tenda, muitas curiosidades como circo de pulgas, a origem do maior espetaculo da terra e seu nascimento. A origem da Tenda, Lonas Tensionadas modernas, Vidas Secas, Nomades ou Beduinos e muito mais sao temas de nossas historias.

 

 

 

 

são sistemas modulares constituídos de estrutura metálica em diversos formatos e dimensões com membranas de vinil translúcidas ,coloridas ou branca que contem Black-out ,proteção contra os raios utra-violetas,anti-mofo,anti-chamas , proporcionando grande resistência mecânica e se adequando aos mais diversos usos. Oferecem design e beleza, sendo usados e recomendados por engenheiros, arquitetos, decoradores, paisagistas, etc. São utilizadas em projetos comerciais, residenciais e industriais.

Este tipo de cobertura tem o objetivo de proporcionar conforto térmico, redução de temperatura e bloqueio ao excesso de luminosidade, transformando o ambiente desejado em um local arejado e agradável, mantendo a luminosidade natural de forma ideal e reduzindo a temperatura.

Aplicações

Disponíveis em várias cores podem ser utilizados em residências, restaurantes, hotéis, lojas de automóveis, concessionárias, escolas, supermercados, clínicas, shopping-centers, escritórios, lava-car, postos de gasolina, industrias, fábricas e outros.

 

 

Nova Tenda Wizard de medida 3x3m


*Membrana com black-out, que realmente  protege  contra raios U.V.contem ainda aditivos anti-mofo e anti-chamas.
*Estrutura em aço carbono com encaixe facil , travado por mola de segurança
* Pintura eletrostatica em diversas cores
* Estacas galvanizada para fixar

 



- Leveza e capacidade de vencer grandes vãos;
- Simplicidade dos seus elementos estruturais;
- Facilidade de montagem;
- Efeito estético surpreendente e evocação simbólica;
- Baixo peso em relação as estruturas de concreto .
- Variabilidade formal e geométrica.

formas de acampar

Existe uma inesgotável diversidade de modelos de abrigos e formas de acampar que só a experiência nos ensina. Uma simples lona em forma de tenda basta para construirmos um abrigo.
Outro fator importante é sabermos aproveitar os materiais que a natureza nos oferece para a montagem de nosso abrigo. Não importa a altura de um abrigo ou o material que contamos para construí-lo, o importante é utilizar o que esta ao nosso alcance, para fazer da vida ao ar livre uma arte.
A sobrevivência e a busca de conforto no campo desenvolvem o talento de fazer como uma lona plástica, diferentes desenhos de abrigos e tendas para acampamentos improvisados. Isso não quer dizer que não se tenha programado o acampamento, e sim que, com a lona que faz parte do equipamento, pode-se adaptar-se facilmente as necessidades em caso de alguma emergência.
A escolha do local é muito importante, tente escolher uma área elevada e com um pequeno caimento, pois no caso de chuva você não correrá o risco de ter seu abrigo ou barraca alagada.
Jamais monte seu abrigo na encosta de morros que apresentam riscos de desabamento, bem como sob árvores velhas que podem ter galhos derrubados com o vento. Tente imaginar o caminho que a água fará em caso de chuva forte, procurando por sinais que demonstrem tais caminhos.
Carregar na mochila uma lona plástica é imprescindível, pois alem de poder proteger a própria mochila, serve para construir abrigos e nos proteger do sol, vento, frio e chuva, também como isolante do chão úmido e gelado, devendo fazer parte do equipamento para excursões e jornadasSe você for usar lonas para contruir um abrigo com lona há várias formas rápidas e fáceis de se fazer isto. A lona irá automaticamente lhe dar uma proteção contra o vento e a chuva. Mas lembre-se dos seguintes pontos:
* Prefira contruir abrigos naturais.

* Nunca durma no chão diretamente, forre o chão com folhas ou gramas.

* Preste atenção no vento e escolha uma local adequado.

* Tome cuidado com a drenagem. Se chover você não quer levantar no meio do temporal.

* Sempre tenha ventilação. Um abrigo completamente fechado pode ser quente, mas pode ser perigoso.

a) Um abrigo simples, útil se seu abrigo não é muito grande.

b) Melhor contra a chuva. O abrigo deve ficar em declive para manter o ocupante seco.

c) Um abrigo como um telhado. Prenda a extremidades para evitar que o vento e a chuva entrem.

d) Talvez o mais simples de todos eles. Protege do vento. Não é bom se a lona for muito pequena.

e) e f) Um bom pequeno e estreito abrigo. Construa o fim do triângulo virado para onde provém o vento. Somente confortável para dormir dentro. Uma dupla camada de lonas é preferível se o material utilizado não for totalmente impermeável como as modernas lonas plásticas.



Tenda
Uma tenda é um muito fácil de construir e pode ser bastante prática. Tudo que você precisa fazer é amarrar algumas varas como se você fosse fazer um tripé. Amarre-os no chão e quando levantá-los escolha o ângulo que desejar.
Uma tenda com um ângulo mais íngrime irá ser mais eficiente contra a chuva, mas um ângulo menor (mais aberto) irá deixar um espaço maior dentro da tenda. Cubra a tenda com lonas (cubrir com vegatação não é muito eficaz e prático). É interessante enterrar as estacas se o ângulo escolhido for pequeno

 

Se os noivos desejarem realizar a cerimônia ao ar livre como, por exemplo, em uma chácara, sítio ou uma mansão (quem sabe uma das famílias não mora em alguma casa grande o bastante), comecem a procurar com bastante antecedência, pois vocês precisam visitar muitos lugares até encontrar um que esteja dentro de suas expectativas e padrões do orçamento de vocês. Portanto, é importante considerar alguns fatores, tais como:

A Localização do Sítio

Considere a localização, alguns locais como sítios e chácaras costumam ser um pouco afastados, não há problema algum desde que o local seja de fácil acesso. Não deixe de levar em consideração de onde vem a maioria dos seus convidados. Não escolha um local muito difícil de encontrar ou muito longe, você não gostaria que seus convidados ficassem perdidos tentando encontrar o local, ou não comparecessem por ser longe demais. Se possível faça um mapa, e inclua no convite, isso ajuda muito.



Preste Atenção no Contrato

Acerte todos os detalhes com o responsável pelo local, não se esqueça de discutir coisas como área total de utilização, um quarto para a noiva se arrumar, o horário para cerimônia e festa, as possíveis restrições e os demais serviços contratados e oferecidos, pegue tudo por escrito para não ter aborrecimentos depois.



A Infra-estrutura

É importante se certificar que o local tem estrutura adequada para comportar o seu número de convidados, se possui mesas e cadeiras suficientes, ou você terá que alugar; se tem espaço suficiente a para cerimônia e festa; e se possui um espaço coberto (em caso de chuva), ou você terá que providenciar tendas para a cobertura. Há alguns locais que oferecem um pacote completo com diversos serviços, como: buffet, decoração, cerimonial, foto e vídeo e até dia da noiva. Outros alugam somente o local vazio, e todos os serviços necessários são alugados por fora.



O Celebrante – Padre / Pastor

Muitas vezes, os noivos têm preferência por algum padre (muitos são amigos da família), procure saber se ele estaria autorizado a realizar o seu casamento fora da congregação dele. Ou vocês podem informar-se com o responsável pela chácara/sítio, pois geralmente eles indicam algum padre. Seria melhor procurar conhecer pessoalmente o padre que vai realizar sua cerimônia antes do casamento, ou assistir uma cerimônia conduzida por ele, assim vocês se sentirão mais à vontade no dia. Se a noiva for evangélica, ela deve procurar o Pastor da sua igreja. Noivas ou Noivos de outras religiões devem falar com os responsáveis em sua igreja e marcar uma hora com o celebrante para discutir os procedimentos.



A Decoração, o Florista

Um casamento na chácara/sítio toda a decoração fica por conta dos noivos, ao contrário da igreja em que o custo às vezes pode ser dividido. Em compensação a grande vantagem aqui é que vocês podem abusar dos detalhes e fazer tudo do jeito que melhor combinar com seu estilo do casal. Veja nosso Guia de Serviços.



A Música do Casamento

É muito importante, seja qual for o tipo de som escolhido (DJ, banda, orquestra, etc), procurar conhecer o trabalho de vários profissionais – tentem pegar referências com amigos se não tiverem a oportunidade de ter visto o trabalho deles ao vivo – escolham aqueles que combinem melhor com o que vocês estão planejando, mas também sejam flexíveis, afinal nem todos seus convidados gostam do mesmo tipo de som. Veja nosso Guia de Serviços.



A Recepção, a Festa

Vocês têm que decidir qual será o tipo e estilo de recepção e qual será o cardápio do buffet, assim fica mais fácil para solicitar um orçamento. Pesquise e procure conhecer o trabalho de vários serviços de buffet, marque uma hora pra provar alguns pratos. Se informe a respeito da qualidade dos serviços, do profissionalismo, a qualidade dos alimentos e a seriedade dos profissionais que vão cuidar da alimentação de seus convidados – peça sempre referências, e se possível atenda a um de seus eventos. Veja mais detalhes em Escolha do Buffet.



O Transporte da Noiva

Muitas vezes o transporte é dispensável quando se trata de uma cerimônia e recepção num mesmo local, no entanto pode se fazer uso de uma carruagem, helicóptero, ou mesmo um carro para levar os noivos embora da festa.



Os Seguranças do Sítio

Veja se o local não oferece um serviço de segurança, no caso de não oferecerem, se possível contrate alguns seguranças para ficarem na portaria e cuidarem dos carros, assim seus convidados ficarão mais tranqüilos.



O Estacionamento

Geralmente as chácaras e sítios possuem amplo espaço para estacionamento, mas caso contrário procure saber onde seus convidados poderão estacionar e contrate uma pessoa para fazer a indicação no dia e talvez quem sabe, alguém para fazer um serviço de manobrista.

 

Se você vai fazer sua festa de casamento em um espaço que tenha uma área verde, uma opção é realizar o casamento religioso nessa área, ao ar livre, com um lindo clima bucólico e romântico. Mas quem pretende realizar seu casamento religioso ao ar livre, deve ficar atenta a alguns pontos:


1) O casamento religioso ao ar livre fica bem mais bonito se realizado à luz do dia. Caso não queira fazer uma cerimônia de manhã, pode optar pelo fim da tarde, e ter o luxo de se casar sob o pôr-do-sol.

2) A natureza ao redor será a principal decoração de sua cerimônia religiosa. Diferente de uma Igreja, não há necessidade de tantos elementos decorativos.

3) Para que os convidados não fiquem de pé, você deve providenciar bancos ou cadeiras. Mas saiba que casamentos religiosos ao ar livre não ficam tão bonitos quando há muita gente. São perfeitos para cerimônias mais íntimas.

4) Se é ao ar livre, há risco de chover, sim. Portanto, o ideal é  uma área coberta pronta para abrigar a cerimônia religiosa, caso o tempo não colabore no dia da fest

 

MONTANDO O TIPI...

É muito importante escolher um bom local para acampar. Se possível, escolha um local ligeiramente mais alto que a área circundante. Madeiras, raízes e pedras devem ser removidos. É melhor não acampar diretamente debaixo das árvores.

Para montar o tipi, selecione as três varas mais pesadas para fazer um tripé. Coloque de lado outra vara forte (vara de elevação) e duas varas leves (varas de controlo de fumo).

Por forma a colocar o tripé em posição, deite-o no chão (Fig. A), amarre as vares (Fig. B). Deixe alguma corda, enrole-a em torno das varas três ou quatro vezes e termine com dois nós (half-hitches). Levante as varas colocando o tripé tanto quanto possível perto da sua posição final (Fig. C e D). Depois do tripé estar posicionado, mantenha a corda na perpendicular ao chão e enterre uma estaca no local onde a corda toca o chão. Com um pedaço de corda meça até à vara da porta e até cada uma das varas traseiras do tripé. A distância da estaca a cada vara traseira (N e S) deverá ser a mesma, mas a distância até à vara da porta (D) deverá ser mais longa.

Coloque as outras varas de acordo com a Fig. D: 1, 2, 3, 4 e 5 - todas na parte frontal; 6, 7, 8, 9 e 10 em cima das cinco primeiras, também na parte frontal. Assim teremos dois terços das varas na parte frontal e na saída de fumo, garantindo o mínimo de irregularidades no pano. Posicione as varas 11, 12, 13 e 14 na parte traseira, saltando um espaço entre a 13 e a 14, onde se colocará a vara que eleverá o pano, L. Independentemente do número de varas estas serão agrupadas segundo a mesma metodologia, i.e., com dois terços das varas na parte frontal.

Após colocarmos a vara 11, enrole a corda em volta de todas as varas já posicionadas. Isto adiciona robustez à tenda. Leve a corda para fora da área do tipi, começando na vara S, e caminhe para a esquerda em torno das varas posicionadas quarto vezes (no sentido dos ponteiros do relógio, ou como dizem os Índios "com o Sol"), ajustando a corda no ponto de intercepção das varas à medida que for andando. Após quatro voltas, a corda deverá ser trazida até à vara N e presa a uma estaca de aproximadamente 90 cm espetada em ângulo (Fig. C - P). Se a área não for ventosa, a corda poderá ser somente enrolada em espiral pela vara N abaixo e atada.

A vara de elevação, L, pode ser deitada em cima da cobertura ao longo da mesma linha em que as varas N e S foram medidas (Fig. A). A vara de elevação pode ser medida ao mesmo tempo que se mede o tripé. Após atar o pano à vara, dobre-o sobre si mesmo, por forma que as extremidades com os olhais fiquem sobre a linha onde se mediu a vara de elevação. O pano deverá formar um longo triângulo com cerca de 60 cm de comprimento na sua base. Encoste o conjunto no último espaço da parte traseira. Desenrole o pano de ambos os lados e puxe-o até à frente. O pano deverá ter folga suficiente para que se possam colocar os pinos sem dificuldade, começando pelo pino superior. Coloque agora as varas de controlo de fumo, empurre as outras varas do interior até à posição correcta e coloque as estacas. Ajuste as varas por forma a remover as rugas no pano.

O Tipi de Uma Vara

O Tipi de Uma Vara (The One-Pole-Ti
pi™) - a solução rápida para aqueles que não podem passar sem o tipi nas suas caminhadas, passeios de bicicleta, cavalo ou qualquer outra atividade no exterior! A maior particularidade em comparação a uma vulgar tenda é a possibilidade de fazer uma fogueira lá dentro se estiver úmido e frio no exterior.


Necessita de somente uma vara para montar o tipi. Esta vara única pode ser conseguida no bosque onde acampar. Uma vara selecionada poderá igualmente servir. A vara única é colocada no centro do tipi e algumas cordas fazem as vezes das restantes convencionais varas, garantindo assim a típica forma cónica.

Para direcionar as abas de controlo de fumo utilizam-se igualmente cordas. O pano é fixo ao chão com estacas fornecidas pela Mãe Natureza ou transportadas para o efeito.

O Tipi de Uma Vara tem um diâmetro de 3,2 m. Tamanhos individuais também disponíveis. Pode também ser utilizado sem qualquer vara - como Tipi Suspenso - ou como um tipi clássico utilizando um conjunto de varas. De qualquer das formas, há espaço para cerca de cinco pessoas e pesa cerca de 4 kg.

Especificação do pano: 50% algodão, 310g/m², à prova de água e lama e resistente à radiação ultra-violeta.

MONTANDO O TIPI...

MONTANDO O TIPI... solicite os desenhos ...

 

Tradicionalmente, a expressão tapete oriental tem sido usada para definir tapetes artesanais (com nós feitos a mão) produzidos na região da antiga Pérsia. Durante o século XIX o tapete oriental tornou-se de grande valor como obra de arte. Por sua rica história, seu colorido e motivos, ele muitas vezes é chamado de "o aristocrata dos tapetes". O processo de confecção envolve esticar os fios sobre um tear e ir amarrando em nós esses fios, quando uma fileira esta pronta, inicia-se outra. A precisão do desenho depende de como o tapete foi tecido e em que quantidades os grupos de fios foram amarrados. Quanto mais nós, melhor a qualidade do tapete. Um tapete oriental pode ter mais de 500 nós por centímetro quadrado. A arte de dar nós e de tecer os tapetes e as mantas foi uma criação clássica dos povos nômades. Para o nômade, o tapete não tinha só a função decorativa, mas também utilitária, pois servia de cobertura para o chão, divisão de ambientes, cortinas, proporcionando maior conforto às tendas. Tendo em vista que os tapeceiros nômades eram forçados a desmontar seus teares sempre que sua segurança era ameaçada por elementos naturais ou inimigos humanos, suas criações refletiam as incertezas de sua vida. Os nômades andarilhos, com esse tipo de vida acabaram divulgando a arte de tecer tapete para novas terras e povos. Alguns dos maiores centros de tapeçaria surgiram na Pérsia e na Turquia. Entre as comunidades sedentárias, os tapetes alcançaram novas funções, como cobrir as áreas sagradas das capelas funerárias e das mesquitas, mostrar a riqueza e o bom gosto dos mercadores e príncipes, e proporcionar matéria de exportações lucrativas para a Europa. O berço da tradição da tapeçaria engloba Turquia, antiga Pérsia, região do Cáucaso, Rússia Turcomena e Afeganistão. Hoje, os herdeiros da arte persa do século 16 estão em Tabriz e Isfahan, no Irã, e também em Kashmir (disputado pela Índia e pelo Paquistão) e em Hereke, na Turquia. Outros importantes centros são Hamadan, Nain e Qashqai, no Irã, e Bekhara, no Paquistão, além do Tibete, da China, da Romênia, da Índia, da Armênia e de outros pontos do Paquistão e da Turquia. Os tapetes são sempre batizados de acordo com o local onde se iniciou sua produção ou com a tribo que os criou. Atualmente, no entanto, a nomenclatura tem mais a ver com estilo que com geografia, já que os modernos são basicamente réplicas. O Irã, hoje, é o maior representante desta tradição, tendo preservado e tornado uma de suas principais divisas econômicas, empregando mais de dezoito milhões de pessoas no comércio, distribuição e tecelagem de tapetes neste pais. Mais de 80 regiões do Irã produzem tapetes, e cada uma confere seu estilo próprio.

São um povo nômade que vive nos desertos do Oriente Médio e do norte da África. Os beduínos representam cerca de 10% dos habitantes do Oriente Médio e têm o nome derivado das palavras árabes al bedu ("habitantes das terras abertas") ou al beit ("povo da tenda"). O mais provável é que essa cultura tenha surgido ainda na Antiguidade, no norte da atual Arábia Saudita. A partir do século 7, porém, quando os árabes conquistaram o norte da África, os beduínos se dispersaram também nesse continente. Na Arábia, onde sempre viveram os grupos principais, as difíceis condições de vida no deserto geraram conflitos pelo uso de poços de água e pastagens, levando bandos de beduínos a eventuais ataques a caravanas e outras formas de roubo contra vizinhos e forasteiros. Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o estilo de vida desse povo começou a entrar em decadência. Submetidos ao controle dos governos dos países onde viviam, eles passaram a enfrentar dificuldades para perambular à vontade como nômades. O número de beduínos diminuiu e hoje o estilo de vida deles é cada vez mais sedentário. Entretanto, a fervorosa adesão ao islamismo e o caráter tribal das sociedades permanece. Cada grupo reúne várias famílias sob a liderança máxima de um chefe hereditário, conhecido como "xeque". As várias tribos também têm status diferentes. Algumas são consideradas "nobres", porque teriam importantes ancestrais. Outras, "sem ancestrais", servem as de maior status, com seus membros atuando como artesãos, ferreiros, artistas ou fazendo outros tipos de trabalho.

Uma tenda gelada
A SUPER foi até o Ártico e dormiu num iglu, a tradicional casa de gelo dos esquimós. Foi uma noite gélida, que passamos batendo os dentes.
Por Cristiana Menichelli, de Iqaluit, Canadá
A temperatura em Iqaluit (pronucia-se Icáluit), um vilarejo de 4 500 habitantes na Ilha de Baffin, no nordeste do Canadá, chega aos 30 graus Celsius negativos brincando. Se caísse mais 9 graus, o termômetro pararia de registrar porque o mercúrio congelaria. Já pensou? Mesmo assim, a região, e todo o norte do continente, do Alasca à Groenlândia, é habitada por indígenas. São, como os brancos colonizadores os batizaram, os esquimós, palavra indígena cujo significado original se perdeu. Eles preferem se chamar de inuit.

Os inuit só existem graças à maravilha arquitetônica do iglu, uma casinha de água congelada com cerca de 2 metros de diâmetro. "O gelo é um excelente isolante térmico", explica o físico Cláudio Furukawa, da Universidade de São Paulo. "Segura o calor 100 vezes mais do que o alumínio." Por isso, enquanto lá fora os termômetros endurecem, no interior faz "confortáveis" 3 graus negativos. Com fogareiros a óleo de foca acesos, todos dormem abraçados aos cães.

Quer dizer, dormiam. Hoje em dia ninguém mora em iglus. As casas de madeira com lareira chegaram à região no século XVII. Foi um sucesso! Hoje, os inuit de Iqaluit celebram o início da primavera todo ano com um festival de construção de iglus.

Nós, da SUPER, tentamos dormir na cabana vencedora. Depois de 3 horas de cochilos e tremedeiras, percebemos que estávamos congelando. Voltamos para casa a pé, em plena madrugada, caminhando 3 quilômetros contra o vento, sob 25 graus Celsius negativos. Olha, sinceramente: país tropical é uma delícia.


É preciso haver uma pessoa ou um fogareiro dentro, para produzir calor. A altura, de pelo menos 1,70 metro, impede que a chama derreta o gelo. Assim, o ar aquecido fica mais leve e sobe com a umidade.



A umidade passa entre os blocos, congela em contato com o frio de fora e acaba cimentando, constantemente, as frestas. Sem isso, os blocos deslizariam uns nos outros e o iglu acabaria desabando.

1. Um inuit serra blocos de 12 quilos do chão. A temperatura tem que estar abaixo dos 20 graus negativos. Senão o gelo fica muito mole.



2. Com serrotes e facões, bons construtores conseguem encaixar os tijolos de água congelada de forma a deixar o mínimo possível de frestas. Mesmo os mais experientes não terminam de construir a cabana em menos de 2 horas.



3. Os blocos são posicionados em forma de espiral, inclinados para dentro. Assim, um se apóia no outro e o iglu não desaba. Um buraco no teto garante a circulação de ar.

Vidas secas
Nômades, eles vagam pelo deserto, dormem em tendas e criam cabras e camelos
TEM QUE CAMELAR PRA SUBIR

A hierarquia entre os beduínos é curiosa e pode ser percebida pelo animal que cada grupo usa como base de vida. Os grupos de maior prestígio são os nômades que usam camelos, organizados em grandes tribos nos desertos. Já os criadores de cabras e ovelhas vêm em segundo lugar na hierarquia

CASA PARA VIAGEM

Os beduínos vivem em tendas esticadas sobre estacas de madeira, num acampamento fácil de montar e desmontar. As tendas têm cerca de 2,5 metros de altura e menos de 6 metros de comprimento. Quando o acampamento é armado, um tapete grosso é estendido no chão, onde ficam selas de camelo, cordas, panelas e gamelas com água

CABRA MARCADA PARA MORRER

A maioria dos beduínos vive da criação de animais, principalmente cabras, que servem de alimento durante as migrações. Embora eles desprezem a atividade agrícola, muitos grupos se tornaram sedentários a partir da década de 1950 devido a pressões políticas e econômicas - a Arábia Saudita e a Síria, por exemplo, nacionalizaram terras usadas pelos beduínos

Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos 4 000 anos - mas o circo como o conhecemos hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 000 pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo. Destruído por um grande incêndio, esse anfiteatro foi substituído, em 40 a.C., pelo Coliseu, cujas ruínas até hoje compõem o cartão postal número um de Roma.

Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. "Nasciam assim as famílias de saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro", afirma Luiz Rodrigues Monteiro, professor de Artes Cênicas e Técnicas Circenses da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Tudo isso, porém, não passa de uma pré-história das artes circenses, porque foi só na Inglaterra do século XVIII que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje. Cavaleiro de 1 001 habilidades, o ex-militar inglês Philip Astley inaugurou, em 1768, em Londres, o Royal Amphitheatre of Arts (Anfiteatro Real das Artes), para exibições eqüestres. Para quebrar a seriedade das apresentações, alternou números com palhaços e todo tipo de acrobata e malabarista.

O sucesso foi tamanho que, 50 anos depois, o circo inglês era imitado não só no resto do continente europeu, mas atravessara o Atlântico e se espalhara pelos quatro cantos do planeta

Artes circenses têm diferentes raízes históricas
HOMEM ELÁSTICO

O contorcionismo já era uma modalidade olímpica na Grécia Antiga há mais de 2 500 anos. Há registros mais antigos, porém, de cerca de 5 500 anos, indicando que, talvez, a prática já fosse usada na China para o treinamento de guerreiros

MÃOS MÁGICAS

O malabarismo, segundo os historiadores, teria sido praticado inicialmente em rituais religiosos da antigüidade. Os chineses equilibravam pratos girando-os, enquanto gregos e egípcios utilizavam bolas, depois substituídas por tochas acesas

SOSSEGA, LEÃO!

Os primeiros domadores foram guerreiros egípcios, que capturavam animais selvagens nas terras conquistadas, aprendiam a lidar com eles e os traziam à terra natal para apresentá-los em desfiles

POR UM FIO

O primeiro relato de equilibrismo na corda bamba data de 108 a.C., na China, quando uma grande festa palaciana, em homenagem a visitantes estrangeiros, apresentou vários números de acrobacia. O impacto foi tamanho que o imperador decidiu realizar espetáculos do gênero todo ano

BOCA QUENTE

Os engolidores de fogo apareceram pela primeira vez no Império Romano, nos espetáculos do Circus Maximus, há mais de 2 000 anos. Esses pirófagos costumavam ser nórdicos louros e altos, o que acentuava o exotismo

PALHAÇO A CAVALO

Na origem do circo moderno, na Inglaterra do século XVIII, o palhaço e o equilibrismo com piruetas sobre um cavalo eram um só número. O sucesso foi tão grande que os clowns ganharam cada vez mais espaço no picadeiro

Mundo mágico...do circo!
Conheça a história e os segredos das atrações do maior espetáculo da Terra.
É difícil acreditar que esse universo lúdico tenha origem nas sanguinolentas lutas de gladiadores, mas é isso mesmo. Foi durante o século 6 a.C. que apareceram as primeiras versões desse tipo de entretenimento. Reunidas no Circus Maximus, em Roma, 150 mil pessoas assistiam a apresentações nada inofensivas. Na era medieval, os artistas improvisavam em praças públicas e feiras. Era preciso viajar para procurar público e, por isso, nasceram as trupes circenses. Formadas por famílias, elas passavam a tradição e os segredos de pai para filho. Nas últimas décadas, no entanto, o circo clássico começou a perder espaço para versões modernas, que lembram um espetáculo de dança e teatro e dispensam alguns dos personagens mais importantes das exibições originais. É o caso dos animais e do apresentador. Neste SuperPôster duplo, a gente leva você a conhecer a história e desvendar alguns dos números próprios dos espetáculos tradicionais. Respeitável público, prepare-se para curiosidades, informações e muita diversão.
Trapezismo
É realizado por pessoas da mesma família, já que é preciso muito confiança. Os volantes saltam a 10 metros de altura e são recebidos pelo aparador. Da platéia, tudo parece suave, mas, o número exige muita força.
Animais selvagens
Atrações principais no passado, já não são mais parte de muitos shows. Os treinamentos, considerados cruéis (para ensinar elefantes a levantar a pata, por exemplo, são usadas chapas quentes) levaram à proibição do uso de animais na maior parte do Brasil e do mundo.
Domador
Leões não eram os únicos a enfrentar o banquinho dos domadores. Tigres e até hienas eram usados nesse número, que é realmente perigoso e costumava levar os domadores para os hospitais com muita freqüência.
Cavalos
Foi por causa deles que o picadeiro ganhou o formato arredondado. Cavalos eram a única atração do circo do inglês Philip Astley, em 1978, e ele percebeu que um palco circular facilitava a visão do público e o equilíbrio dos animais.
Atirador de facas
Dois fatores são fundamentais para o atiramento: a distância até o alvo e o número de vezes que a faca gira em seu próprio eixo. Só com muito treino o atirador aprende a controlar esse último. Iniciantes usam 2,25 voltas à distância de 5,5 metros.
Corda bamba
Equilíbrio impecável é o segredo do número, visto pela primeira vez em 108 a.C., durante uma festa na China. O sucesso foi tão grande que o imperador decidiu realizar espetáculos do gênero todos os anos.
Contorcionistas
Ligamentos longos, um pouco de flexibilidade hereditária e muito treino desde criança são os segredos. Eles são classificados como frontbenders (dobradores frontais) ou backbenders (dobradores de costas), de acordo com a direção em que são mais flexíveis.
Homem-bala
O número – raro hoje em dia por causa do risco – não tem explosão. O lançamento é feito por uma mola armada no fundo do canhão e disparada pelo próprio artista, que chega a 144 km/h e 30 metros de altura. Fogos de artifício deixam a atração mais realista.
Malabarismo
"O número mais difícil que existe é o malabarismo." A frase é do domador Orlando Orfei, que já foi parar 63 vezes no hospital por causa dos animais. Bons artistas conseguem misturar aros, claves e bolinhas. E tudo isso enquanto quicam uma bola na cabeça.


Quer ganhar dinheiro no sinal?

(1) Comece com uma bola. Lance na altura dos olhos. (2) Com duas bolas: jogue a 1ª e, quando ela estiver no ponto mais alto, lance a 2ª . (3) Com 3 bolas: a 1ª e a 3ª estão na mão direita. A 2ª na esquerda. Lance a 2ª quando a 1ª chegar ao ponto alto. (4) Quando a 2ª chegar ao alto, lance a 3ª .


Engolidor de espadas

As espadas usadas medem de 38 a 51 cm e têm 2 cm de largura. O segredo do artista é alinhar boca, garganta e esôfago com perfeição. Para provar o percurso, engolidores costumam tirar radiografias durante a performance.


Mágico serra a assistente

(1) A mulher que vai ser serrada deita, mas já há outra escondida na parte de baixo. (2) Quando o mágico gira a caixa, as assistentes aproveitam para a trocar as pernas de lugar. (3) Agora é só serrar a caixa de cima (4) e pronto! Ninguém morreu durante o número.


Cara branca

É o mais elegante e metido. Sua performance é cheia de números que exigem habilidade e treino. É ele quem atira a torta – e nunca recebe uma na cara.


Mímico

Nunca fala (ele usa as mãos e o corpo para contar histórias engraçadas). A maquiagem termina na linha do queixo, deixando o pescoço descoberto.


Augusto

O mais clássico. Não faz nada direito e é sempre vítima das pegadinhas do Cara Branca. Usa o tradicional nariz vermelho, muita maquiagem, roupas largas e peruca.


Vagabundo

Inspirado em moradores de rua europeus, pinta uma barba falsa e usa roupas rasgadas ou com remendos. O vagabundo triste é o tipo mais comum.


Augusto Europeu

Não usa fantasia (só o nariz), mas escolhe peças lúdicas, como macacão ou suspensório. Popularizado pelo trabalho de ongs em hospitais

 

Fantasia e realidade   

Esse espetáculo deixava o público curiosíssimo justamente com essa pergunta: como treinar insetos para fazê-los pular de trampolins, andar na corda bamba e até serem atirados de canhões? Não devia ser fácil! Na Europa dos séculos XVIII e XIX, época de maior popularidade do circo de pulgas, muitas delas fugiam, levando seus donos a espalhar cartazes oferecendo fortunas a quem as encontrasse. Ao contrário das pulgas que infestam animais como ratos, gatos e cachorros, a que ataca seres humanos era a única que se prestava ao treinamento. Com isso, o aumento da higiene pessoal no século XX quase eliminou a espécie e os circos entraram em decadência. ]
Isso é o que dizem as lendas. Prepare-se agora, leitor, para conhecer a verdade, pois vamos revelar um dos segredos mais bem guardados da história: não há pulgas no circo de pulgas! "Por seu curto ciclo de vida e dificuldade de manipulação, é altamente improvável que elas possam ser treinadas para espetáculos desse tipo", diz o psicólogo Antonio Motta Fagundes, o maior especialista brasileiro no adestramento de animais para TV e cinema. Ele tem razão. Os circos de pulgas estão muito mais ligados à magia e ao ilusionismo do que à domesticação de insetos. Alguns espetáculos atuais nos Estados Unidos e na Europa chegam a usar pulgas mortas - ou até mesmo vivas - em certos números. Mas isso é raro e elas nunca são treinadas de fato. "É tudo feito com truques, aparelhinhos mecânicos, e pelo apresentador, que convence a platéia com seu discurso e seu jogo de corpo", afirma Márcio Corrêa, diretor do grupo Legião de Palhaços, de Florianópolis, SC.
Márcio fala com autoridade, pois encena o que talvez seja o único circo de pulgas do país. Ele mesmo construiu tudo, incluindo o sistema de cordões, elásticos e bombinhas d’água que alimenta a ilusão da platéia. Como as pessoas ficam relativamente distantes do palco, jamais vêem as pulgas, apenas seu "rastro" na forma de aparelhinhos que se movem. O poder de sugestão é tão grande que muitos espectadores juram ter visto os bichinhos. Os melhores circos de pulgas dos séculos XVIII e XIX eram construídos por relojoeiros suíços e valem hoje dezenas de milhares de dólares em leilões.

Como funciona um circo de pulgas?


O show:
depois de oferecer à platéia toucas de plástico para se protegerem, o apresentador acende o pavio do canhão que vai disparar a pulga-bomba. Ele, então, pega o minúsculo acrobata em pleno ar com uma redinha de caçar borboleta

O truque: o minicanhão, preparado com pólvora, dispara de verdade. Todo o resto é jogo de cena

SALTO TRIPLO

O show: a pesada pulga-bomba salta com força na gangorra, para que sua parceira seja impulsionada para trás, dando vários saltos mortais no ar.

O truque: a gangorra mexe por meio de um sistema de elásticos, acionada pelo apresentador por um pedal embaixo da mesa. Ele também finge aparar a pulga no bolso da casaca

CORDA BAMBA

O show: a pulga equilibrista anda na corda bamba segurando uma sombrinha. É bom que ela não caia, pois não há rede de segurança...

O truque: a sombrinha, presa na corda, cria a ilusão de haver uma pulga embaixo. O barbante é bem mais comprido do que a platéia pensa e o apresentador puxa sua ponta por baixo da mesa, fazendo a sombrinha caminhar pela corda

MERGULHO MORTAL

O show: neste número um tanto perigoso, a pulga-aquática salta de um trampolim, que tem mais de 200 vezes a sua altura, executando piruetas até cair, com um estrondo, dentro de uma tina d’água.

O truque: debaixo da mesa, o apresentador aciona uma bombinha d’água que atira um pequeno jato na tina, como se uma pulga tivesse realmente caído ali dentro

 

Criado há menos de 300 anos por um ex-militar inglês, com técnicas de organização de quartel, o circo moderno juntou artistas que divertem e entretêm a humanidade há milênios
por Felipe Van Deursen
As casas, em chamas, desmanchavam-se no chão e o som do fogo se misturava ao de tiros e gritos de mulheres. O galope sincopado na chuva aumentava a tensão. Em meio ao horror e à confusão, o temido Napoleão Bonaparte bradou de peito cheio a seus homens o orgulho de defender as cores da França, inflando-os de honra e orgulho. Após o inspirado discurso e pronto para montar no cavalo rumo a mais uma vitória, o imperador, com o olhar rígido, meteu o pé direito no estribo esquerdo, ficando de frente para o rabo do animal. Uma posição ridícula. Às gargalhadas, a platéia delirou.

Cenas grandiosas assim eram populares no circo do século 19. A palhaçada descrita acima, involuntária, foi feita por um artista que nunca havia subido no lombo de um cavalo e teve de substituir de última hora o colega que interpretava Napoleão no show As Glórias Militares. A exibição era um dos maiores sucessos do circo do veneziano Antoine Franconi na década de 1860. A dramatização, com mais de 600 pessoas no elenco (o show Alegría, do Cirque du Soleil, em exibição no Brasil, tem em média 50 artistas), encantou públicos em Paris, Londres e Washington – com palhaçadas incorporadas ao espetáculo.

Franconi foi um dos grandes nomes do circo. Mas ele mesmo apenas deu continuidade ao trabalho iniciado no século 18 por seu ex-patrão, Philip Astley – este, sim, considerado o pai do circo moderno. Ex-integrante da cavalaria do Exército inglês, onde chegou a assumir o posto de sargento-major, Astley aplicou as rígidas regras do quartel a seu novo negócio, inventou o picadeiro e juntou nele números com seus cavalos, palhaços, malabaristas e outros artistas que costumavam se apresentar nas feiras das cidades para ganhar a vida. Sim, o circo como conhecemos existe há menos de 300 anos. Mas as artes circenses são muito, muito mais antigas.

Acrobacia olímpica

As diversas atividades que compõem hoje o que chamamos de circo não têm um só local e data de nascimento. “Não existe um circo único. Ele foi e sempre será uma arte de múltiplas origens e influências, presente em quase todas as culturas”, diz Marco Antonio Bortoleto, doutor em Educação Física e pesquisador de artes circenses da Universidade Estadual de Campinas. Na Grécia, acrobatas se apresentavam nas Olimpíadas da Antiguidade e há registros de jogos semelhantes ao malabarismo praticados no Egito antigo.

Em Roma, havia espetáculos públicos com diversas atrações, como teatro, lutas de gladiadores, exibições de animais exóticos e corridas de bigas no gigantesco estádio Circo Máximo – aliás, o termo “circo” é latino, numa referência ao formato circular do estádio. Anfiteatros, como o Coliseu, construído no século 1, foram erguidos para eventos assim. “Em geral, os espetáculos eram oferecidos por cidadãos ricos em homenagem a mortos importantes, vitórias militares ou em honra aos deuses”, afirma Renata Garraffoni, historiadora da Universidade Federal do Paraná.

Trezentos anos antes, na China, artistas que se contorciam e se equilibravam sobre cordas já entretinham imperadores e visitantes estrangeiros. Com o fim do Império Romano e o início da Idade Média, no século 5, trupes de mímicos, ventríloquos, ilusionistas e equilibristas, entre outros, começaram a se apresentar em feiras e praças pela Europa. Pulavam de cidade em cidade, sobrevivendo de contribuições espontâneas. Só no século 18 é que organizadores de espetáculos perceberam que as pessoas pagariam para assistir a esses artistas do povo. Alguns palcos com entrada paga foram abertos no continente. Foi nessa época que Philip Astley teve sua grande sacada.

Em 1768, Astley criou uma pequena arena no distrito de Lambeth, na Inglaterra, para demonstrar sua habilidade em números com cavalo, acompanhado por um tocador de tambor. O show Pequeno Cavalo Militar Adestrado fez sucesso entre nobres e plebeus, e logo Astley mudou-se para a beira do rio Tâmisa, num hipódromo perto da ponte Westminster. Lá, seu lado belicoso floresceu. O rufar dos tambores, os uniformes, as ordens de execução em números e, principalmente, a organização do espetáculo seguiam técnicas da rígida estrutura de um quartel.

Diversão real

No verão de 1770, cartazes chamavam atenção para o galpão de madeira de Astley. Eles diziam: “Vinte diferentes números. Um, dois ou três cavalos todas as noites. Lugar sentado: 1 xelim. De pé: 6 pence”. Naquele ano, seu circo dera um salto e tanto. Ele havia percebido que era mais fácil manter-se de pé sobre os cavalos a galope movendo-se em um círculo – o princípio da força centrífuga. Graças a essa sacada, estava inventado o picadeiro. Sobre ele, o ex-militar juntou, sempre com rigor militar, os números de diversos artistas saltimbancos. Seu espetáculo cresceu e espalhou-se. “Devido à fama e ao nomadismo de seus componentes, similares do circo de Astley despontaram por toda a Europa com impressionante rapidez”, escreveu em Circo Júlio Amaral de Oliveira, um dos maiores pesquisadores do assunto no Brasil. Em 1775, Astley levou o circo a Paris, voltando dez anos depois a convite da rainha Maria Antonieta. Nessa época, Antoine Franconi ingressou no L’Amphitheatre Astley como domador de feras, mas acabou assumindo o comando do negócio em 1789 – com o estouro da Revolução Francesa, o inglês abandonara a cidade. A partir de então, Franconi se tornou o grande nome do circo francês.

Do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos viveriam sua era de ouro do circo no século 19. Na década de 1830, o equilibrista inglês Thomas Taplin Cooke criara seu próprio show – que, após encantar o rei William IV, passara a ser chamado Circo Real de Cooke. Com o estrondoso sucesso, em 1836 ele juntou sua companhia de 120 pessoas (um terço delas membros da família) e embarcou para Nova York – foi o primeiro homem de que se tem notícia a cruzar o Atlântico com um circo inteiro. Estabelecidos na América, muitos dos Cooke se casaram com membros de outras famílias circenses, fazendo do clã um dos mais importantes das famílias de picadeiro. “Em 1897, havia mais de 200 descendentes diretos de Thomas Taplin Cooke, a maioria envolvida com o circo. O circo era, e ainda é, uma comunidade fechada”, diz Peter Verney em Here Comes the Circus (“Aí vem o circo”, inédito em português).

Na época, um sapateiro americano resolveu arriscar a sorte ao criar o próprio espetáculo. Aron Turner usou uma tenda desmontável, novidade que acabara de dar os primeiros primeiros passos na Europa – até então, o circo tinha uma estrutura fixa. O Circo Turner rodou o país agitando cidades com uma invenção de seu fundador, as paradas de rua. O espetáculo com estrutura móvel fez sucesso. Na Europa, a itinerância também agradava. George Sanger fazia turnês de nove meses, passando por 200 lugares. Na Rússia, os espetáculos apresentavam-se desde o fim do século 17, incentivados pelo czar Pedro, o Grande, e formaram a base de uma das escolas mais respeitadas no mundo do circo.

Em 1883, no Nebraska, Estados Unidos, William Cody iniciou um fenômeno que virou moda por décadas: o Velho Oeste. Com elencos enormes, que incluíam mais de 100 índios e perseguições a cavalo, Cody tornou-se uma lenda, lembrada até hoje por seu nome artístico: Buffalo Bill. Na mesma época Phineas Taylor Barnum, famoso pelo chamado “circo dos horrores” , e James Bailey exibiam-se dentro e fora dos Estados Unidos com o show O Maior Espetáculo da Terra.

De fato, era mesmo. Numa área de 20 mil metros quadrados, eles atraíam 10 mil pessoas por sessão. Nas turnês, usavam ferrovias. Com seus próprios vagões para carregar tendas, equipamentos, animais e artistas, o diretor do circo, William Coup, criou um sistema logístico tão funcional que atraiu as Forças Armadas – às vésperas da Primeira Guerra (1914-1918), oficiais foram enviados para viajar com o circo e observar o engenhoso método de Coup. O exército, que influenciara as origens do circo moderno, agora aprendia com ele.

A guerra inviabilizou turnês na Europa, palco do conflito, e foi um dos problemas do circo mundial no século 20. Além disso, surgiram o rádio e o cinema para disputar o tempo de lazer das pessoas. Na Europa, muitos circos pereceram. Nos Estados Unidos, o governo tentou evitar isso. O circo Ringling Brothers, que comprou o império de Barnum e Bailey e o ampliou, teve apoio (embora não financeiro) do presidente Franklin Roosevelt para levantar o moral dos americanos.

Mais tarde, com o surgimento da TV e a profissionalização do negócio, o circo mudou. Os anos de ouro são passado – mas o show tem de continuar. “Novos espetáculos são montados todos os anos e idéias com a temática do circo são incorporadas em outras áreas”, diz LaVahn Hoh, professor de História do Circo Americano da Universidade da Vir

 

 

TENDAS SOBRE MEDIDA: Através de layout pré-aprovado e obedecendo as necessidades do cliente e normas de segurança, não desprezando a qualidade e proporcionando um acabamento especial. Logomarcas, cores e pinturas especiais e personalizadas para empresas e eventos em todos as medidas.
Pelas facilidades e rapidez de montagens que oferece, todos os segmentos do mercado tem encontrado nesse tipo de cobertura solução para suas necessidades que são dos mais variados tipos:
• Armazenagem
• Linhas de Montagens

• Leilões

• Logística direta ou reversa

• Estufas • Cobertura para colocação de escritórios

• Linhas de processos

• Eventos

• Abrigos de resíduos químicos e outros

• Estacionamentos, etc.

Já instalamos Macrogalpões para muitos segmentos do mercado entre eles:

• Siderúrgico

• Eletrônico

• Embalagens

• Bebidas

• Armazéns Gerais • Químico

• Automobilístico

• Calçados

• Madeireiro

• Portuário

• Aeroportuário

• Logístico

A opção por este tipo de cobertura foi embasada nas seguintes vantagens:

• Melhor custo benefício por m²

• Montagem/ Desmontagem rápida

• Peças desenvolvidas para melhor acondicionamento em qualquer modalidade de transporte, reduzindo os custos com fretes;

• Peças padronizadas facilitam a montagem, desmontagem e a expansão;

• Grande capacidade cúbica de uso por m²

• Iluminação e ventilação natural;

• Fácil manutenção;





www.tendasul.com

Fone (55) (51) 34975877


Uma estrutura tensionada não deve ser considerada um projeto como um elemento de baixo custo, sendo praticamente uma perda de tempo sua inclusão entre as opções de escolha de uma cobertura quando o critério custo é o de maior importância. Porque a execução de cada projeto requer maquete eletrônica e física, cálculo e detalhamento especiais, definição de materiais (grande parte de procedência estrangeira) para durabilidade e bom aspecto após muitos anos de uso. Nada parecido com a imagem das lonas quase descartáveis que nós conhecíamos, estendidas para festas, circos etc.. A estrutura tencionada deve ser considerada uma obra de arte, objeto feito sob encomenda para um designer, única, com o valor de um original.



A manutenção é simples e necessária para garantir uma vida útil mais longa. Dependendo do tamanho e local de instalação, sujeito à ações agressivas de deterioração, como por exemplo, poluição, fungos e recomenda-se uma lavagem a cada 6 meses

 

Singular

Plural

Feminino

tenda

tendas

ten.da, feminino

1. abrigo facilmente montado ou desmontado

A mãe, a mulher, as tias e os sobrinhos do cobrador esperavam notícias na tenda armada para abrigar os familiares das vítimas próximo ao local das buscas. (notícia do jornal O Estado de São Paulo de 16 de janeiro de 2007)

2. barraca na feira

o a tenda dos pastéis é sempre a mais concorrida da feira

• Africâner : tent (af)

• Albanês : tendë (sq)

• Alemão : Zelt (de)

• Árabe : خيمة (ar)

• Bretão : teltenn (br)

• Catalão : tenda (ca)

• Checo : stan (cs)

• Croata : šator (hr)

• Curdo : kon (ku)

• Espanhol : tienda (es), carpa (es)

• Estoniano : telk (et)

• Finlandês : teltta (fi)

• Francês : tente (fr)

• Guzerate : ટેન્ટ (gu)

• Hebraico : אוהל (he)

• Hindi : टैन्ट (hi)

• Holandês : tent (nl)

• Húngaro : sátor (hu)

• Indonésio : gorden (id), tenda (id)

• Inglês : tent (en)

• Irlandês : puball (ga)

• Italiano : tenda (it)

• Japonês : カーテン (ja)

• Latim : tabernaculum (la)

• Lituano : palapinė (lt)

• Malgaxe : ridao (mg)

• Marati : टैन्ट (mr)

• Norueguês : telt (no)

• Persa : چادر (fa)

• Polonês : namiot (pl)

• Punjabi : ਟੇੰਟ (pa)

• Romeno : cort (ro)

• Saami : dealtá (se)

• Sânscrito : पटमण्डप (sa)

• Suaíli : hema (sw)

• Sueco : tält (sv)

• Tagalo : dampa (tl)

• Turco : çadır (tr)








 

Praticamente todos os povos nômades das regiões áridas e estépicas do mundo fizeram, e fazem, uso de tendas como moradias. Dentre as tendas nômades, destaca-se a tenda negra do Oriente Médio, a qual, por ter sua rigidez garantida pela proteção do tecido de cobertura, é o tipo que mais se aproxima, em termos de forma e de funcionamento estrutural, das tendas protendidas do século XX.

Originária da região entre o Irã e o Tibete, a tenda negra disseminou-se pelo Oriente Médio e norte da África durante as invasões árabes do século VII, até alcançar, no século XVI, sua região de influência atual, do noroeste da África até o leste do Tibete. Sua transformação, de uma forma armada inicial para uma forma pretendida, foi uma adaptação aos fortes ventos que assolam essas regiões. A mudança foi possível pela substituição da cobertura de peles por tecidos de pêlo de cabra ou dromedário suficientemente resistente para permitir o tracionamento. O sistema de proteção do tecido, que emprega dois mastros cruzados apoiando um assento curto (sobre o qual passa ainda, nas tendas maiores, um cabo de cumeeira) determina a morfologia da tenda negra, caracterizada por uma corcova central.

Nas culturas urbanas, por outro lado, as tendas sempre foram empregadas em atividades transitórias ou móveis, como as campanhas militares, os circos, as festas campestres. É de se supor que todas as culturas urbanas tenham feito uso de tendas. Os primeiros registros são fragmentos iconográficos dos assírios (cerca 3000 a.C.) e egípcios. Também os exércitos persas que guerrearam contra os gregos usavam tendas luxuosas. Por intermédio dos gregos, o uso das tendas transmitiu-se para os romanos. As primeiras tendas romanas eram cilindro-cônicas, suspensas por um único mastro central.

Posteriormente, surgiu o papilio (borboleta), tenda militar de planta retangular, cujo nome decorre da particular forma de dobragem. Os romanos notabilizaram-se ainda pela construção de coberturas de linho, chamadas de velaria, para espaços e eventos públicos. A aplicação mais notável era a das coberturas retráteis dos anfiteatros, onde as velarias eram suspensas por cordas radiais, fixadas a mastros de madeira na borda externa e a um anel interno, também de corda. O sistema de fixação dos mastros, por meio de olhais entalhados em pedra, é ainda hoje visível nas ruínas dos muitos anfiteatros romanos.

O uso da tenda na Europa teve um interregno, após a queda do império romano, voltando a disseminar-se a partir do século XII, mas mostrando pouca evolução em relação aos tempos romanos. Desde então as tendas tiveram uso ininterrupto, principalmente nas sucessivas campanhas militares que marcaram a história européia, além das festas e eventos públicos. A última inovação aportada ao pavilhão tradicional foram os mastros múltiplos dos circos itinerantes, que apareceram na Europa e nos Estados Unidos no século XIX, já no início da Revolução Industrial.

O emprego das tendas tradicionais sempre foi limitado por uma série de fatores, como a falta de materiais adequados, cabos e membranas, suficientemente resistentes, imunes ao intemperismo. O fator mais óbvio, porém, é que de fato não havia grande necessidade destas estruturas, antes do surgimento das grandes aglomerações urbanas da era moderna.

Os circos modernos surgiram no início do século XIX, nos Estados Unidos, como forma de entretenimento das populações urbanas. Inicialmente eram eventos sedentários, com as apresentações se dando em grandes salas permanentes. Com a expansão das ferrovias, as companhias de circo americanas começaram a viajar (a partir de 1860), e tornou-se conveniente o uso de pavilhões de lona, que podiam ser facilmente montados e desmontados a cada parada. Uma visita do “First American Railway Circus” a Paris, em 1867, completa com sua tenda e seu aparato técnico, despertou grande interesse do público e levou à formação de grupos móveis na Europa.

As tendas de circo, como o clássico “Chapiteu”, tinham cerca de 50m de diâmetro e eram feitas de lonas de linho ou cânhamo, assemelhando-se aos pavilhões tradicionais. A principal evolução em relação a estes foi à introdução de quatro mastros principais, verticais (King Poles), situados ao redor do picadeiro. A lona era suspensa por estes mastros, apoiando-se no perímetro por uma série de mastros de menor altura. Entre os mastros principais e os perimetrais existia ainda um grupo de mastros intermediários (Queen Poles), inclinados a cerca de 60 graus em relação ao solo, que eram usados para retesar a membrana. Mesmo sendo geometricamente simples, desenvolveu-se toda uma técnica em termos de padrões de corte, juntas e montagens, passada adiante por sucessivas gerações de artesões

01) Por que as estruturas de lona em geral são brancas?

O motivo principal da utilização da cor branca é a capacidade de reflexão da luz e calor solar em mais de 70%, o que propicia um ambiente agradável no interior, desde que haja ventilação adequada. Além disso, a cor branca é neutra, vantagem que evita o cansaço visual em vista das grandes áreas que ocupa. Porém as cores também podem ser utilizadas em casos específicos em que o propósito é justamente chamar a atenção. Em locais onde existam poeiras de cor específica, pode-se adequar a membrana à situação que permita a menor manutenção possível. Pode haver projetos em que a cor branca já predomina o exagero, então o uso, por exemplo, de um amarelo cítrico, pode ser de interesse do arquiteto.

02) Quais as principais vantagens levadas em consideração na escolha por uma estrutura de lona?

- Leveza e capacidade de vencer grandes vãos;

- Simplicidade dos seus elementos estruturais;

- Facilidade de montagem;

- Efeito estético surpreendente e evocação simbólica;

- Baixo peso em relação as estruturas de concreto armado e aço convencional;

- Variabilidade formal e geométrica.

03) Como é tratada a questão da acústica em uma estrutura de lona?

As estruturas têm um comportamento acústico bastante bom, com pouca reverberação, tendo a geometria um papel importante neste contexto, como é de praxe. Notadamente, a membrana é mais transparente aos sons graves, refletindo a maior parte dos agudos. Para auditórios em que é necessária uma qualidade de som excepcional, é recomendada a compensação eletrônica de algumas freqüências para obter respostas sonoras perfeitas, dispensando tratamentos acústicos do ambiente. O tecido absorve bem o ruído da chuva, o que permite a utilização destes espaços, nessas ocasiões sem problemas.

04) De que modo posso iluminar uma estrutura de lona adequadamente?

Uma boa maneira e se iluminar o ambiente de uma estrutura de lona é indiretamente, isto é, considerando-se que a membrana seja branca, pode-se direcionar as luminárias para acima do campo visual dos usuários, de modo que a luz reflita na membrana de volta ao espaço interno. Esta técnica tem a vantagem de proporcionar uma agradável luz difusa graças a grande capacidade de reflexão do material. Com isso, pode se obter um efeito externo muito interessante de iluminação de toda a cobertura desde que a mesma seja feita em material de boa translucidez sem que haja iluminação externa forte que descompasse esse efeito.

05) Como é tratada a questão do conforto térmico?

Assim como qualquer outro tipo de estrutura, o projeto arquitetônico é o que define as condições de conforto em conjunto com a escolha do material. No projeto de uma estrutura de lona, aspectos como, ventilação cruzada, aberturas e saídas de ar no topo da cobertura (chapéu) auxiliam no desempenho térmico quanto ao resfriamento do ambiente.

O material utilizado na confecção de uma estrutura de lona, possui características que agregam valores na reflexão dos raios UV, responsáveis pelo aquecimento do ambiente, e que podem ser amenizados com utilização de uma membrana com Blockout, por exemplo.

06) Qual o custo de uma estrutura de lona?

Uma estrutura tencionada não deve ser considerada um projeto como um elemento de baixo custo, sendo praticamente uma perda de tempo sua inclusão entre as opções de escolha de uma cobertura quando o critério custo é o de maior importância. Porque a execução de cada projeto requer maquete eletrônica e física, cálculo e detalhamento especiais, definição de materiais (grande parte de procedência estrangeira) para durabilidade e bom aspecto após muitos anos de uso. Nada parecido com a imagem das lonas quase descartáveis que nós conhecíamos, estendidas para festas, circos etc.. A estrutura tencionada deve ser considerada uma obra de arte, objeto feito sob encomenda para um designer, única, com o valor de um original.

07) Como é feita a manutenção?

A manutenção é simples e necessária para garantir uma vida útil mais longa. Dependendo do tamanho e local de instalação, sujeito à ações agressivas de deterioração, como por exemplo, poluição, fungos e recomenda-se uma lavagem a cada 6 meses.



arquiteto Frei Otto

As estruturas modernas de lonas tensionadas surgiram com o arquiteto Frei Otto na Alemanha pós-guerra. Desde o início ele compreendeu os princípios indispensáveis à essa tecnologia de construção: que as formas estrutural e arquitetônica são inseparáveis; que flexibilidade é força e não fraqueza; que o material de superfície deve ser mais maleável que os elementos que o sustentam.


Entre as ruínas da Berlim pós-guerra, Frei Otto viu a impermanência das construções sólidas e compreendeu como fazer as coisas funcionarem através de meios mínimos. Logo ele começou a explorar e investigar a natureza das estruturas tensionadas com um incrível nível de dedicação, começando, no final da década de 50, com estudos de modelos em forma de sela. Ele redescobriu a tenda como uma forma de construção arquitetônica viável.

As sensuais, quase espirituais, linhas de suas primeiras tendas instigaram a imaginação dos arquitetos ao redor do mundo. Estruturas tensionadas se tornaram formas de arquitetura aceitáveis, até desejáveis. A obra-prima de Frei Otto encontra-se na cobertura do estádio olímpico de Munique, construído para os jogos olímpicos de 1972. Por sorte, vivi em Munique naquela época e provavelmente assimilei a idéia, que ficou adormecida até que eu, anos mais tarde, decidisse me enveredar por esse caminho.

Uma catenária forma seu limite interior. Mastros são suspensos sobre cabos que descem de mastros mais altos e prosseguem até as catenárias. Tais mastros suspensos ajudam a criar pontos altos que originam o teto ondulante da estrutura. Apesar da interferência geométrica na cobertura causada pelos rígidos painéis acrílicos, essas poderosas formas tensionadas fazem da estrutura um dos grandes marcos do século 20.

Como as estruturas tensionadas funcionam:

Nas estruturas tensionadas, gravidade e rigidez não são propriedades estruturais essenciais. Lonas tensionadas, em particular, são tão leves que seu peso é quase desprezível; e os materiais de que são feitas, como cabos e tecido, são altamente flexíveis. Outros meios têm que ser explorados para fornecer a estabilidade e a força necessárias. Seus componentes têm que estar dispostos em um arranjo geométrico específico (forma da superfície) e devem estar submetidos a um padrão específico de tensão interna (padrão pré-tensionado).

A geometria das estruturas tensionadas não é, portanto, arbitrária e segue rígidas regras de engenharia. Uma vez que os limites, os pontos de suporte da estrutura e o padrão pré-tensionado são selecionados, só há uma forma de superfície tridimensional sob a qual todos os pontos da estrutura encontram-se em equilíbrio. A exata configuração dessa forma de superfície não é conhecida de antemão, ela tem que ser encontrada através de um processo matemático chamado de “formfinding” ou “geração de forma”.

Hoje em dia existem diversos softwares disponíveis que conseguem realizar a “geração de forma” facilmente.

Quando falamos de estruturas tensionadas, podemos reconhecer algumas categorias típicas:

• membranas tensionadas emolduradas;

• estruturas pneumáticas;

• redes de cabos e raios pré-tensionados.

A Tensitex atua principalmente na primeira categoria: membranas tensionadas emolduradas. Aqui podemos encontrar duas formas anticlásticas típicas, a sela e o cone duplo, que podem, por sua vez, ser combinadas entre si e formar uma infinidade de configurações.

Em um breve resumo vamos reunir as principais características das membranas tensionadas:

Uma superfície tensionada contendo uma configuração de moldura arbitrária adota sua própria e exclusiva forma, de acordo com a moldura escolhida, as propriedades do material e o estado de pré-tensionamento. A forma não pode ser imposta, ela deve ser encontrada.

A estrutura acomoda cargas através de mudanças nas tensões na superfície e deslocamentos muito grandes, produzindo comportamentos geometricamente não lineares.

O nível de pré-tensionamento em uma membrana de tecido é mantido baixo de modo a garantí-la contra rasgos sob cargas impostas, como o vento e similares.

O comportamento estrutural é caracterizado por baixa resistência à flexão e ao acisalhamento.

A análise computadorizada, ao contrário do que ocorre em estruturas convencionais, é responsável por uma significante parcela do custo do projeto de criação.

Algumas impressões erradas sobre as estruturas tensionadas são que elas constituem uma solução barata para qualquer cobertura e que não são tão duráveis ou robustas quanto as formas estruturais convencionais. Além disso, os arquitetos têm que compreender que a forma inicial não é conhecida, o que pode levar a outro desentendimento: o de que “a forma de uma estrutura de lona tensionada pode se encaixar em qualquer visão arquitetônica”.


As tendas Árabes nada mais são que simples estruturas tensionadas não oferecendo inicialmente grandes avanços ou complicações tecnológicas. Porém, há um ponto neste tipo de abrigo que chama mais atenção, é sua mobilidade. Inicialmente usadas nas viagens através dos deserto por comerciantes este tipo de estrutura é muito eficiente nos seus propósitos, sombra no período diurno e abrigo contra o frio nas geladas noites do deserto.
Contudo a maior vantagem desta proteção é seu caráter efêmero, sendo feitas de tecido, varetas de madeira, na maioria das vezes, e cordas elas são facilmente montadas e desmontadas se adequando bem ao caráter nômade da maioria dos povos do deserto.
Hoje em dia a tecnologia das estruturas tencionadas é outra, muito mais complexa. Proteções como estas são usadas em diversos tipos de eventos e tem uma logística muito mais complicada e materiais bem mais específicos e eficientes nas suas características. Eventos como o Paris-Dakar utilizam destas estrutura no abrigo para os carros, organização e pilotos, no centro médico, no refeitório, na sala d imprensa, em fim, o evento é quase to estruturado em torno de estruturas tencionadas como as antigas tendas usadas por comerciante e andarilhos do deserto bem antes de cristo.

Enquete Participe você também!

O que achou do novo blog?

Clima Tempo